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Albânia, Junho de 2015


Albânia, Junho de 2015


Queridos Amigos e familiares,

Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. (Tiago 1.2-3)

As fontes que promovem as provações são muitas e variadas. Provações podem vir diretamente de Deus, ou de diversas circunstâncias desencadeadas nos planos religiosos, políticos, sociais e econômicos, dentre tantos outros. Uma coisa é certa, Deus está monitorando cada uma delas visando nossa edificação. Uma vez que as provações estão no plano que Deus arquitetou para o nosso benefício e crescimento espiritual, temos que buscar encontrar o caminho da alegria, da sabedoria e da confiança de que Ele está usando todas as circunstâncias para imprimir na nossa vida, no nosso caráter, as permanentes marcas de Cristo. Oremos constantemente para aceitá-las com alegria!

Neste mês tivemos um dia em que não pudemos sair de casa, pois havia uma ameaça de ataques na capital. Não pudemos ir para a escola e tivemos que adiar um trabalho voluntário com um casal albanês. A boa mão do Senhor está conosco e cremos que Deus usou desse fato para nos guardar de outra situação, pois próximo de nossa escola houve uma chacina, envolvendo a máfia italiana. Um acerto de contas.    

Daniel

Graças a Deus terminamos mais um período na escola da língua albanesa. Vamos ter um período de férias na escola, mas continuaremos estudando em casa com a nossa professora particular. Já conseguimos conversar com os nossos vizinhos com mais segurança na fala. Um deles até me convidou para tomar café na casa dele. Ficamos conversando por cerca de 30 minutos. Ele me entendia e eu o entendia. Pelo menos, foi isso que pareceu. rsrsrsrsr 

Minhas atividades na Escola de Futebol Maranata estão caminhando bem. Fizemos um amistoso com uma escola de futebol de outro missionário. A intenção é inscrever a Escola de Futebol na liga municipal na próxima temporada. O esporte tem sido excelente na evangelização desses meninos. São cerca de 70 crianças a adolescentes frequentes. Alguns são “MM”, outros Católicos Ortodoxos. Temos orado e falado de Jesus para eles. Alguns são mais resistentes que outros, mas eles sabem que a Escola de Futebol é de princípios cristãos, e eles tem respeitado esses princípios. A próxima etapa é visitar as casas e encaminhá-los para as igrejas próximas das casas deles.

Queridos, são centenas de cidades na Albânia, onde não existe nenhuma igreja evangélica. Temos orado e nos aconselhado com a Missão Antioquia para ajudar um casal de missionários que está plantando uma igreja no Norte da Albânia, em Shëngjin.  Todas as sextas-feiras viajamos pra lá. O trabalho iniciou com uma Escolinha de Futebol, e agora, iniciaremos as visitas às famílias dessas crianças.

Shirley

Próximo dia 22/junho, completo 34 anos de idade. Aleluia! É estranho dizer isto, mas parece que estou começando a “encontrar o caminho da alegria”. Creio que todos os que leram minha carta no final do ano passado, entendem o que quero dizer. Vivendo num país onde a cor da sua pele, ou sua descendência é levada em consideração por uma parte do povo, isso me causou bastante estranheza e em partes tristeza. Mas vocês oraram por minha vida. Recebi tantas palavras de apoio e amor que até me constrangeram. Obrigado!!! Hoje, venci muitas das dificuldades e consigo me comunicar melhor. Saio na rua para fazer caminhada e conversar com algumas senhoras que tem suas “vendinhas” em suas casas. Escovo o cabelo, pinto as unhas delas, e assim, vou fazendo amizades. Aqui, o nome do meu pai também é motivo de perguntas, pois é de origem árabe – Salim. O lado positivo é que consigo falar para os “MM” que meu pai era cristão, e que ele e minha mãe, me ensinaram a amar a Jesus. Uma curiosidade: Aqui na Albânia nossos nomes precisam ter o nome dos nossos pais. Tal importância tem o homem.  Então o meu ficou: Shirley Salim – do Dani: Daniel Marcos Antonio. Legal né?
 
Outra novidade é que veio uma voluntária do Brasil para dar cursos de fotografia e ela me ensinou algumas técnicas. Agora, tenho mais uma ferramenta para utilizar no trabalho missionário. Já pude abençoar, juntamente com uma amiga brasileira, o casamento de um casal cristão. As fotos ficaram bem legais e foi aprovada pela professora. Uhuuu! Glória a Deus! (Publicaremos no facebook e no Blogão dos Queridos).

Louve a Deus conosco

* Pelos Parceiros fiéis que tem nos ajudado mensalmente.
* Pela MISPA (Missão Priscila e Áquila) que nos enviou um recurso para comprarmos um carro. Com esse recurso conseguimos comprar um carro com sete lugares, bem espaçoso e econômico. Ainda falta uma parte para quitá-lo. Mas já estamos com ele;
* Pelo período escolar; o aprendizado da língua albanesa, a adaptação;
* Pelos livramentos;
* Pelo evangelismo nas Escolinhas de Futebol;
 
Intercedam

* Pela parte que precisamos levantar até o final de julho para pagar a divida do carro;
* Por uma escolinha para o Danilo Miguel. Temos orado para termos condições de colocá-lo numa escola para estrangeiros, mas às escolas para estrangeiros são muito caras. Orem por isto. Dia 6 de Julho ele faz 3 aninhos!
* Por mais parceiros para nosso ministério;
* Por recursos diversos para as Escolinhas de Futebol e por proteção nas viagens para Shëngjin.


Queridos, enviamos sempre nossas cartas à vocês, para que saibam como estamos e para que sejam encorajados a continuar nos ajudando e orando por nós. Paz e graça sejam com os irmãos!

Família Porto
Pastor Daniel, Tia Shirley e Danilo Miguel

Telefone fixo: 00 355 4452 4344
Celular: 00 355 69 600 6865
Skype: Família Porto – Albânia
E-mail: danielshirleyporto@hotmail.com
Blog: blogaodosqueridos.blogspot.com


Para contribuir financeiramente com nosso ministério, basta nos avisar, e a Missão Antioquia providenciará o envio de boletos pelo correio.  Caso os seus boletos já estejam acabando, nos avise que providenciaremos o envio de outros.


Competência e Eficácia

Competência e Eficácia

Relação entre conhecimento e prática na missão

Observando o universo cristão sob o ângulo da missão - seja na formalidade de um ministério definido ou na informalidade de um serviço diário - percebe-se claramente a necessidade de equilíbrio entre competência e eficácia.

Competência é a capacidade adquirida em alguma área. Isto é, capacidade para aprender uma língua, estudar uma cultura, liderar uma equipe, evangelizar um grupo, coordenar um projeto social ou plantar uma igreja. Não é a ação em si, mas a aptidão de agir. A competência é reconhecida pelos que estão ao redor, produz segurança e transmite credibilidade.

Já a Eficácia é a capacidade transformada em ação. Enquanto a competência está enraizada na capacidade, a eficácia é demonstrada na realização. Ela está presente, especialmente, em processos mais objetivos, proativos e simplificados. Podemos pensar que “competente” é quem sabe o que está fazendo e “eficaz” é aquele que dá conta do recado.

Há também quem diga que a distância entre a competência e a eficácia é a mesma entre o engenheiro e o construtor. Precisamos de ambas, ou melhor, de um equilíbrio entre as duas forças. A competência nos direciona à aptidão para um trabalho sério, bem embasado e com conhecimento de causa. A eficácia nos leva para a reta final, para a produção, ajuda-nos na objetividade e na manutenção do foco de nosso trabalho.

Observando a caminhada da Igreja brasileira -  e sua relação com a missão -  causa-me temor perceber os dois extremos, igualmente danosos. Competência sem eficácia gera especialistas, mestres e doutores das áreas de conhecimento da missão, porém sem iniciativas aplicadas aos que sofrem, desconhecem o Evangelho ou necessitam de pastoreio. Eficácia sem competência gera ações pragmáticas, desmedidas e, mesmo, antibíblicas, que mais espalham do que juntam.

Destino estas próximas linhas àqueles que se encontram na segunda categoria - competência sem eficácia -, por entender que é um perigo mais iminente em nossos círculos. Enquanto valorizamos de forma exclusivista o conhecimento e as respostas em detrimento das relações e iniciativas, corremos o risco de nos perder nas questões “de meio”. O perigo é chegarmos ao final de uma temporada com muito conhecimento, mas pouca aplicação.  Muita compreensão, mas pouca produção. Com mais competência que eficácia.

É rotineiro observar que assuntos de menor importância (ou pouco associados ao nosso alvo maior) ganhem o centro do palco de nosso dia a dia, o que pode nos levar à frustração de vida e ministério em algum ponto.

Devemos sempre relembrar a pergunta chave: qual o presente objetivo de minha vida e ministério? A resposta deve nos conduzir de volta ao essencial. Paulo entendia que a finalidade da igreja era a glória de Deus e a sua prioridade era proclamar Cristo onde não havia sido anunciado. Estes são os grandes alvos. Ao longo da estrada estes alvos maiores se traduzem em objetivos temporários como o testemunho na família, o discipulado de um irmão, a colaboração no orfanato, a ajuda ao que está caído ao longo do caminho ou a busca por uma vida mais santa.  Neste caso é importante que nos perguntemos se as práticas associadas a estes objetivos estão no centro do palco da nossa vida. E para saber localizar o assunto no palco você pode seguir esta pista: o que consome o seu tempo, energia e dinheiro é o que está no centro do palco.

Gosto de observar missionários. Ouvi-los contando suas histórias e ver como agem nos campos. Há algum tempo, tivemos a oportunidade de trabalhar com aproximadamente 30 missionários que atuam em áreas desafiadoras do norte da Índia. Não tenho dúvida: os que conseguem equilibrar a competência e eficácia completam a carreira olhando com mais alegria para trás. Esses aproveitam a oportunidade para conhecer as estratégias, técnicas, política, língua, cultura e vida em equipe, mas ao mesmo tempo não se deixam amarrar com as questões “de meio”. Correm para a realização dos objetivos prioritários. Os que não equilibram tendem a se frustrar, seja por conhecimento sem prática ou prática sem conhecimento.

É preciso simplificar nossos pensamentos e dias para caminharmos bem, tendo em mente, de forma clara, qual o presente objetivo do Senhor para cada um de nós, na estrada que trilhamos. Pensemos em uma pequena equipe que chegou a Nova Deli para trabalhar com crianças dalit. Se pela manhã estudam a estratégia para o trabalho com as crianças abandonadas, preparam o material e conduzem o treinamento necessário, e pela tarde e noite estão nas ruas conversando com essas crianças e conduzindo-as a um abrigo - e a Jesus -, está clara e abençoada conciliação entre competência e eficácia. É simples assim.

Que o Senhor nos ajude a equilibrar sempre a balança em nossas vidas e nos livre de correr atrás do vento. Coloquemos no centro do palco aquilo que, para o Senhor, é mais valioso.

Ronaldo Lidório


ALGUM DIA VOCÊ JÁ SENTIU UM FRACASSO?

ALGUM DIA VOCÊ JÁ SENTIU  UM FRACASSO?
Márcia Tostes – 07/11/02


Algum dia você já sentiu um fracasso?

Penso que se fizesse esta pergunta hoje, ouviria respostas diferentes:

- Um dia só?
- Só senti? Eu sou mesmo!
- Sim, de vez em quando.

Algum dia você pensou assim, que bom se tudo desse certo. Que bom se eu tivesse feito isto ou aquilo. Que bom seu tivesse mais dinheiro. Que bom... Que bom...

Algum dia você parou e pensou sobre o seu trabalho que parecia estar indo tão bem, que você estava tão orgulhoso ds suas idéias maravilhosas. Mas de repente um fracasso, algo saiu errado e ainda por cima você se sentiu culpado?

Ou até você quem sabe, você parou e pensou na sua família, que parecia tão feliz e resolvida, mas de repente apareceram algumas rachaduras ou até pior desmoronou.

Pensamentos como: eu errei, eu falhei, ou poderia ter feito mais ou diferente. Acho que em algum momento, qualquer um de nós já sentiu assim. Entristecidos conosco mesmos, entristecidos pelos outros, entristecidos por situações que de alguma forma estamos ligados.

De quem é a culpa? Em algumas situações  é nossa mesmo, devido as nossas fraquezas, falta de amor, egoísmo, enfim devido ao nosso pecado. E para estas situações a única solução é chegar aos pés de Jesus confessar e receber o seu perdão.

E para as outras situações e outras perguntas?

Com estas perguntas em mente, lembrei-me de um personagem bíblico que com certeza um dia se sentiu exatamente assim - Moisés. Em Exodo 2:11-15 lemos a passagem quando após matar um egípcio, ele foge. Penso que naquele momento, se ele fosse um pouquinho como eu, ele estaria se sentindo péssimo, estaria com muitas perguntas em sua mente, quantas indagações. Não teve outra saída a não ser fugir.

Fiquei pensando que muitas vezes nós também fazemos isto, ao nos sentirmos tão mal, a nossa opção é fugir, nem que seja para dentro do nosso quarto onde ninguém pode nos ver. Fugimos dos outros, fugimos de Deus e muitas vezes fugimos até de nós mesmos.

O lindo em tudo isto é que mesmo lá no lugar da nossa fuga, o nosso Deus nos encontra. No caso de Moisés, podemos ver em Ex 3:1 - 4:17, que ele lá na sua fuga, estava 'indo bem' , ia tocando a vida, tinha arrumado uma esposa, uma ocupação, um jeito 'aceitável' de continuar fugindo. Então o Senhor o encontrou. Que alívio saber que o interessado maior neste encontro é Ele mesmo, não depende dos nossos sentimentos, desejos, expectativas, etc.

No verso 3: 4 vemos o Senhor o chamando. "Moisés, Moisés". O Senhor nos conhece pelo nome, Ele sabe onde nos escondemos, Ele sabe o porquê nos escondemos. Moisés respondeu: “Eis me aqui”, então o Senhor prossegue dando as condições para este encontro com ele - Santidade, e apresentando -se " Eu sou o Deus de Abrãao ,Deus de  Isaque , Deus de Jacó ". O nosso Deus tem o nosso nome e o nosso endereço, Ele tem a nossa identidade.

A primeira reação de Moisés foi de medo, medo de olhar para Deus. Mas Deus continua falando:

 “tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor... Por isso desci para livrá-los das mãos dos egípcios...”

Em outras palavras, o Senhor estava dizendo a Moisés, eu sei o porquê você fugiu, eu vi tudo, eu estava com você todo este tempo, contudo agora eu resolvi agir ! Eu tenho um plano para libertá - los.

A conversa continua, no verso 3:11 Moisés demonstra o sentimento de incapacidade, para o qual o Senhor dá a promessa de estar sempre com ele , " Eu estarei com você ". No 4:12, o Senhor mais uma vez diz " Agora, pois,  vá ; eu estarei com você , ensinando-lhe o que dizer " . Ele ainda promete uma equipe, Arão iria com Moisés - 4:16 . E acima de tudo ele lhe deu a promessa do sobrenatural, 4:17 “E leve na mão esta vara; com ela você fará os sinais milagrosos”.

Moisés teve ainda muitos outros diálogos com o Senhor, mas nesta primeira conversa tiro algumas conclusões:

Em primeiro lugar, quando agimos pelos nossos impulsos acabamos fugindo. Louvado seja o Senhor que mesmo aí nos encontra. Diante dos planos de Deus para nós,  sentimos a nossa incapacidade à qual Ele responde prometendo estar conosco, nos capacitando, nos dando companheiros e garantia do sobrenatural. Ele também nos dá a ordem de fazermos o que Ele nos capacitou a fazer, a usarmos 'as nossas varas'.

Diante das dificuldades, das acusações,  da frustração, do sentimento de culpa, da pergunta: não foi o Senhor que me mandou fazer isto, por que está dando tudo errado?  Diante de tudo isto a solução é voltarmos para o Senhor, derramar-nos diante Dele, abrir os nossos corações e mentes para ouvirmos:

 Eu sou o Senhor o Seu Deus,... Eu os resgatarei com braço forte e com  poderosos atos de juízo... Eu os farei meu povo e serei o Seu Deus. Eu darei a vocês o que prometi.  Êxodo 6:6 - 8 (parafraseado)

Diante das nossas lutas e nossas inquietações, precisamos compreender que a vitória está no diálogo com o Senhor. O nosso Senhor, o Deus que nos resgatou o Deus que cumpri as suas promessas.

 Se algum dia você se sentiu um fracasso, sabe muito bem os sentimentos que lhe rondaram o coração e mente. Se hoje mesmo você está se sentindo assim, o meu convite a você é este, deixe-se encontrar-se pelo seu Deus, tire as sandálias dos teus pés porque o lugar que pisa é santo. Ouça-o dizer belas palavras, que são bálsamo para a alma.

 Como são doces para o meu paladar as tuas palavras! Mais que o mel para a minha boca!  Sl 119: 103


Foi me dado um espinho na carne... Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele me disse: ' A minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza'.

Portanto eu me gloriarei ainda mais alegremente nas minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.

 Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. 

Pois, quando sou fraco é que sou forte. II Cor 12: 7

Um dia eu me senti um fracasso e no meu abatimento   fiz muitas perguntas. Foi no encontro com Deus que recebi estas respostas que abençoaram o meu coração. O que aprendi é que o caminho para sair deste sentimento ruim é a conversa com Deus – a oração. Moisés, meu personagem amado, aprendeu bem esta lição. Lá no final do livro de Êxodo, quando ele já tinha uma longa caminhada com Deus, novamente ele tinha tudo para se sentir um fracasso quando o povo não seguia ao Senhor e o Senhor queria os abandonar.

Saia deste lugar, com o povo que você tirou do Egito, e vá para a terra que prometi por juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó. Ex 33 v 1

Vão para terra onde manam leite em mel. Mas eu não irei com vocês. Ex 33 v.3

Ela já sabia bem como lidar com sentimento do fracasso, ele sabia que o segredo era a conversa com Deus.  Ele foi para Tenda do Encontro, onde Deus falava com ele face a face, como quem fala com seu amigo. E ele falou para Deus:

Se não fores conosco, não nos envies. Ex 33 v. 15


A caminhada com Deus, a qual não foi fácil, o fez aprender uma grande lição. Frente ao fracasso, ele não fugiu, mas em vez disso, correu para Deus. De fugitivo ele se tornou amigo de Deus.

Senhor, se de fato me aceitas como agrado, que o Senhor nos acompanhe. Ex 34 v. 8

   Faço com você uma aliança, disse o Senhor. Ex 34 v. 10

Que grande lição!  O meu desejo é que seja de bênção para sua vida também!

Márcia Tostes